A definição da segunda candidatura do Partido Liberal (PL) ao Senado por Mato Grosso do Sul continua sem consenso e tem gerado divergências internas. Embora o ex-governador Reinaldo Azambuja já seja considerado o nome do partido para uma das vagas, a escolha do segundo candidato permanece em aberto diante de diferentes articulações políticas.
Apesar de o partido ter indicado que pesquisas de opinião seriam utilizadas como critério para a definição, aliados da família Bolsonaro defendem a indicação do deputado federal Marcos Pollon, apontado por Michelle Bolsonaro como o nome escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. Nos bastidores, o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, tenta construir um entendimento, mas ainda não houve consenso.
O deputado Capitão Contar, que também disputa a indicação, afirma que o mais justo seria a definição por meio das pesquisas, lembrando que Bolsonaro teria sinalizado apoio a diferentes lideranças do partido. Enquanto isso, Pollon tem reforçado publicamente que é o candidato escolhido pelo ex-presidente, mantendo a disputa interna e dificultando um acordo para a composição da chapa ao Senado em Mato Grosso do Sul.
Com informações do portal Investiga MS.




























