Segundo senso da Sociedade Brasileira de Dermatologia, em 2006, a queixa capilar já figurava entre os 10 principais motivos para procurar um dermatologista. Após a pandemia de covid-19, de 2020 para cá, a perda de cabelo passou a estar entre as três principais queixas nos consultórios.
Ainda não se sabe ao certo se esse aumento se deve a uma maior preocupação com estética e aparência, se é uma sequela persistente da infecção e/ou das vacinas contra a covid-19, ou mesmo se está relacionado ao avanço nos métodos diagnósticos e nas opções terapêuticas. Outra hipótese envolve os hábitos de vida, especialmente alimentação, padrões de sono e o aumento do estresse e da ansiedade.
O fato é que, hoje em dia, sempre conhecemos alguém que está enfrentando queda de cabelo — seja uma queda difusa, calvície precoce ou até mesmo alopecias cicatriciais, aquelas em que a perda dos fios é definitiva — outra possível epidemia, já que os casos vêm crescendo de forma exponencial.
Independentemente da causa, o mais importante é procurar ajuda especializada o quanto antes. Quanto mais precoce for o diagnóstico, maiores as chances de preservar a cobertura capilar e a qualidade dos fios, tornando o tratamento mais assertivo e eficaz.


































