CAMPO GRANDE
Saúde

Pacientes esperam mais de 8 horas por atendimento na UPA Leblon, denuncia família

Foto: Wesley Rodrigues | StarMídia News.

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Família também afirma que não conseguiu atendimento na sala da assistência social durante período de lotação na unidade.

Uma idosa de 71 anos teria esperado mais de cinco horas para receber atendimento médico na UPA Leblon, em Campo Grande. Além disso, familiares relatam que outros pacientes estavam há mais de oito horas aguardando atendimento na unidade. As informações são do TopMídia News.

Segundo uma familiar, de 38 anos, que pediu para não ser identificada por medo de represálias, a paciente chegou à unidade por volta das 15h. A triagem teria sido realizada cerca de uma hora depois, às 16h, mas o atendimento médico só teria ocorrido às 20h30.

“Minha sogra tem 71 anos. Chegou às 15h na UPA, passou pela triagem às 16h e às 20h30 foi atendida”, relatou.

De acordo com a família, durante a espera, a unidade estava lotada. Os familiares também afirmam que a sala destinada ao atendimento da assistência social permaneceu vazia durante o período em que estiveram no local, o que teria dificultado o registro de reclamações sobre a demora.

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Diante da situação, familiares da idosa e outros pacientes questionaram os recepcionistas sobre a espera prolongada. Conforme o relato, a orientação recebida foi para que aguardassem, já que a unidade estaria com alta demanda.

“Reclamamos, porém mandaram aguardar. Disseram que não tinha o que fazer, já que estava tudo lotado”, afirmou a familiar.

Ainda segundo o relato, outras pessoas que aguardavam atendimento disseram ter chegado antes das 13h e ainda não haviam sido chamadas quando a idosa deixou a unidade. Com isso, a espera de alguns pacientes ultrapassava oito horas.

As UPAs utilizam o sistema de classificação de risco para organizar a ordem dos atendimentos. Dessa forma, pacientes com quadros considerados mais graves têm prioridade, independentemente da ordem de chegada.

Conforme o TopMídiaNews, a Secretaria Municipal de Saúde foi procurada para comentar a demora relatada e a denúncia sobre a ausência de atendimento na sala da assistência social, mas não havia se manifestado até a publicação da reportagem. O espaço permanece aberto para posicionamento.

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