CAMPO GRANDE
Política

Projeto Americano Pode Barrar Alexandre de Moraes nos EUA

Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF

publicidade

Dois congressistas dos Estados Unidos, Maria Elvira Salazar e Darrell Issa, protocolaram na segunda-feira (16/9) um projeto de lei que tem como um de seus alvos o ministro do STF Alexandre de Moraes. O objetivo da proposta é impedir que autoridades estrangeiras que promovam censura contra cidadãos americanos sejam aceitas nos Estados Unidos.

Nos bastidores, bolsonaristas têm comemorado a iniciativa, que é vista como uma reação direta à decisão de Moraes de suspender a rede social X no Brasil, o que, segundo os autores do projeto, teria violado os direitos de Elon Musk.

De acordo com os congressistas do EUA, um dos motivos por trás do projeto seria a atuação de Alexandre de Moraes, que determinou a suspensão da rede social X no Brasil. Para os parlamentares, tal decisão violaria os direitos do bilionário Elon Musk.

Musk, proprietário do X globalmente, além de outras empresas como Starlink e SpaceX, nasceu na África do Sul em junho de 1971, mas possui cidadania americana.

Leia Também:  Mato Grosso do Sul terá calor e possibilidade de chuva durante a semana

“O ministro do Supremo Tribunal Federal do Brasil Alexandre de Moraes é a vanguarda de um ataque internacional à liberdade de expressão contra cidadãos americanos como Elon Musk”, afirmou Salazar em seu site oficial.

Segundo a deputada, “os agentes da censura não são bem-vindos na terra da liberdade, os Estados Unidos”. Ela ressaltou que o projeto seria um “aviso” para autoridades estrangeiras que tomarem decisões prejudiciais a americanos.

““Todos nós estamos cientes do abuso de poder por parte do Supremo Tribunal Federal no Brasil, que está atacando Elon Musk e bloqueando o acesso ao X, uma empresa americana de capital fechado. Mas os direitos de liberdade de expressão dos americanos também estão sob ataque em todo o mundo, e em muitos países que talvez não esperássemos”, acrescentou Darrell Issa.

Com informações do Metrópoles.

COMENTE ABAIXO:

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade

publicidade

publicidade