Uma menina foi submetida a cinco meses de quimioterapia após receber um diagnóstico incorreto na Inglaterra. Faye Condon, que tinha 5 anos na época, foi tratada contra dermatomiosite juvenil (DMJ), uma doença autoimune, mas o diagnóstico estava errado.
A mãe da criança, Christina Condon, afirmou que percebeu desde o início que algo não estava certo. Segundo ela, a filha tinha dificuldades para correr, caminhar e frequentemente caía, mas os médicos descartaram a necessidade de novos exames mesmo após os questionamentos da família.
Somente sete anos depois, após buscar uma segunda opinião médica, Faye foi diagnosticada com distrofia muscular de Emery-Dreifuss (EDMD), doença genética rara e sem cura. Agora, a família processa o hospital onde a menina foi atendida, alegando que ela passou por um tratamento desnecessário e perdeu anos importantes antes da progressão da doença.
































