O vazio sanitário da soja em Mato Grosso do Sul entra nos últimos dias. Iniciado em 15 de junho, o período termina em 15 de setembro e busca reduzir a sobrevivência e a disseminação do fungo responsável pela ferrugem-asiática. Durante esse intervalo, os produtores devem eliminar plantas vivas de soja, incluindo as chamadas guaxas ou tigueras, para interromper o ciclo do patógeno antes da nova safra.
A semeadura da soja 2026/2027 está autorizada a partir de 16 de setembro e poderá ocorrer até 31 de dezembro. Segundo orientações da Aprosoja/MS, o momento exige atenção à análise e correção do solo, adubação, qualidade dos insumos, revisão de máquinas e controle de plantas daninhas, especialmente a buva. As condições climáticas também devem ser acompanhadas, já que a previsão para setembro a novembro aponta chuvas próximas ou acima da média, mas com possibilidade de distribuição irregular, além de temperaturas elevadas e períodos de calor intenso.
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De acordo com estimativa do Projeto SIGA-MS, realizado pela Aprosoja/MS com recursos do Fundems/Semadesc, a primeira safra de soja 2026/2027 deve alcançar produtividade média de 52,4 sacas por hectare. O número representa uma redução estimada de 13,2% em relação à safra anterior. O cenário reforça a importância do planejamento das áreas e do acompanhamento das condições de umidade antes do início do plantio.
Com informações do portal Enfoque MS.



