Um relatório da Polícia Federal aponta que Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, teria participado de um esquema para retirar perfis de redes sociais utilizando documentos falsificados e mecanismos destinados a autoridades públicas. As informações integram a investigação sobre o empresário e foram divulgadas após documentos do caso se tornarem públicos.
Segundo os investigadores, ofícios apresentados como se fossem expedidos por órgãos públicos teriam sido encaminhados a plataformas digitais para justificar a remoção de contas. Um dos episódios citados envolve um documento atribuído ao Ministério Público do Ceará, enviado à Meta, empresa responsável por Facebook e Instagram, com pedido relacionado a um perfil que Vorcaro acreditava ter ligação com sua então namorada, Martha Graeff.
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A PF também identificou o uso de um endereço de e-mail institucional vinculado a uma funcionária do Ministério Público do Ceará para acesso a sistemas reservados a autoridades. O relatório, porém, não aponta que a servidora tivesse conhecimento da utilização de suas credenciais. Para os investigadores, a estratégia teria conferido aparência oficial às solicitações e levantado suspeitas sobre possível uso indevido de sistemas e documentos públicos.
As informações são do portal da Revista Oeste.



