A prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), determinada pelo ministro Alexandre de Moraes na manhã deste sábado (22), provocou forte reação entre seus aliados. Um dos primeiros a se manifestar foi o vereador Rafael Tavares (PL), que classificou a detenção como um ato de perseguição política.
Para Tavares, a decisão do STF não tem motivação jurídica, mas sim caráter político.
“Bolsonaro é um preso político que está sofrendo uma perseguição implacável de um ministro do Supremo aliado do Lula. Brasil é uma vergonha”, disse o parlamentar.
A declaração ecoou rapidamente nas redes sociais e nos grupos de apoio ao ex-presidente, reforçando o discurso de aliados que veem a ação como parte de um ambiente de tensão e disputa institucional.
Enquanto isso, Bolsonaro foi conduzido à Superintendência da Polícia Federal em Brasília, onde permanece à disposição da Justiça. A operação foi confirmada pelo diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e pelo advogado Celso Villardi, integrante da defesa do ex-presidente.
O caso segue em desdobramento, mas a manifestação de Rafael Tavares já se destaca como uma das reações mais contundentes dentro do campo bolsonarista.






























