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Justiça mantém provas em ação contra família investigada por jogo do bicho

Roberto Razuk cumpre domiciliar; o patriarca do clã Razuk encontra-se com estado de saúde delicado, entre idas e vindas da UTI. (Arquivo, Marcos Morandi, Jornal Midiamax-Reprodução)

A Justiça de Mato Grosso do Sul rejeitou um pedido das defesas da família Razuk para retirar documentos de uma ação de sequestro de bens dos autos do processo criminal relacionado à Operação Successione, conduzida pelo Gaeco. A decisão permite que as provas permaneçam no processo e que a ação penal tenha continuidade.

O juiz José Henrique Kaster também determinou o fim do sigilo absoluto sobre a medida cautelar de sequestro, considerando que as buscas e apreensões já foram realizadas. Segundo a investigação, Roberto Razuk, de 85 anos, é apontado como integrante da estrutura de comando, enquanto o filho Roberto Razuk Filho, conhecido como Neno Razuk, seria responsável pela liderança operacional. Os irmãos Rafael e Jorge também são acusados de participação no grupo.

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Neno Razuk foi preso em agosto, na Bolívia, após permanecer foragido e teve pedidos de liberdade negados pela Justiça estadual e, em decisão liminar, pelo Superior Tribunal de Justiça. Roberto Razuk cumpre prisão domiciliar devido ao estado de saúde. As acusações fazem parte da investigação sobre a suposta exploração do jogo do bicho em Mato Grosso do Sul. A família nega envolvimento em crimes violentos e afirma que as acusações são falsas.

As informações são do portal MídiaMax.