A tropa de choque da Polícia Militar foi mobilizada para a região das fazendas invadidas por indígenas da Aldeia Buriti, em Sidrolândia, após uma série de denúncias envolvendo destruição de propriedades rurais, incêndio de estruturas e retenção de funcionários. As equipes seguiram para a área do conflito neste domingo (14), reforçando a segurança nas propriedades afetadas.
As invasões ocorreram em fazendas localizadas na região da MS-162, próximo ao distrito de Quebra-Coco. Segundo informações registradas pelas autoridades, propriedades como as fazendas São Sebastião da Serra, Águas Claras e Vassoura foram alvo das ocupações.
Durante a ação, máquinas agrícolas, equipamentos, insumos e diversas estruturas teriam sido danificados ou incendiados. Também há relatos de que casas existentes em uma das propriedades foram destruídas pelo fogo, além da queima de uma ponte de acesso utilizada na região.
Conforme informações registradas pelas autoridades, dois funcionários da Fazenda São Sebastião da Serra teriam sido rendidos durante a invasão. Eles teriam sido algemados, mantidos sob vigilância por várias horas e ameaçados enquanto o grupo permanecia na propriedade.
Ainda segundo os registros do caso, familiares de um dos trabalhadores também teriam sido retirados da fazenda durante a ocupação. Há ainda relatos sobre a retirada de máquinas e equipamentos agrícolas da propriedade.
A situação provocou preocupação entre produtores rurais da região, especialmente após dificuldades de contato com funcionários que permaneciam em outras fazendas atingidas pelas invasões. Proprietários relataram incerteza sobre as condições dos trabalhadores durante o avanço das ocupações.
Diante da escalada da tensão, equipes do Batalhão de Choque, Força Tática e Polícia Militar foram deslocadas para a região. As forças de segurança acompanham a situação enquanto a Polícia Civil apura as circunstâncias da invasão e as denúncias de crimes registradas no caso.





























