Países do G7 começaram neste domingo (2) a disponibilizar ao mercado 100 milhões de barris de petróleo e diesel retirados de suas reservas estratégicas. A medida será executada ao longo de quatro meses e busca reduzir os efeitos da escassez de combustíveis provocada pelo conflito no golfo Pérsico e contribuir para a estabilização dos preços internacionais da energia.
A iniciativa ocorre em meio às tensões envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, que resultaram no bloqueio do estreito de Ormuz, rota estratégica por onde passava cerca de um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito consumidos mundialmente. Além dos países do G7, 11 nações da União Europeia anunciaram a liberação de outros 42,6 milhões de barris, sendo metade de diesel. A operação integra um esforço coordenado pela Agência Internacional de Energia, que prevê a disponibilização de até 400 milhões de barris das reservas de seus países-membros.
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Na França, o governo anunciou que colocará 10 milhões de barris no mercado em três meses e adotará medidas para acompanhar os preços nos postos de combustíveis. A expectativa é de redução entre 12 e 18 centavos de euro por litro. A petrolífera TotalEnergies já começou a aplicar descontos em 705 postos do país. Apesar da mobilização, os países participantes ainda não disponibilizaram integralmente o volume anunciado pela Agência Internacional de Energia.
As informações são do portal La Tribuna.



