Os brasileiros começam junho enfrentando um novo aumento nos gastos com energia elétrica. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) manteve a bandeira tarifária amarela para todo o mês, o que significa cobrança adicional nas contas de luz em todo o país. A taxa extra é de R$ 1,88 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos e passa a ser aplicada nas faturas emitidas a partir deste mês.
A decisão reflete o agravamento das condições climáticas com a chegada do período seco, que reduz o nível dos reservatórios das hidrelétricas e obriga o sistema elétrico a acionar fontes de geração mais caras, como as usinas termelétricas. O cenário acende um alerta para consumidores e especialistas, já que a escassez de chuvas costuma aumentar a pressão sobre o setor energético e elevar os custos de produção de eletricidade.
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A cobrança extra dá continuidade ao reajuste iniciado em maio, encerrando o período de alívio vivido entre janeiro e abril, quando vigorou a bandeira verde, sem acréscimos na tarifa. Embora o valor adicional pareça pequeno à primeira vista, ele se soma a outras despesas que pressionam o orçamento das famílias. Para uma residência com consumo médio de 187 kWh por mês, o impacto será de cerca de R$ 3,52 na conta, mas o custo pode ser significativamente maior para imóveis com uso elevado de aparelhos elétricos. A Aneel recomenda atenção ao consumo, já que a tendência para os próximos meses é de manutenção da pressão sobre o sistema elétrico nacional.
As informações são do portal Enfoque MS.



