Há conquistas que parecem pequenas para quem vê de fora, mas que carregam anos inteiros de esforço. Para Carlos Eduardo Gomes Figueiredo, o Cadu, cada passo tem essa dimensão. Aos 9 anos, o menino que durante boa parte da infância precisava se arrastar pelo chão para se locomover hoje consegue andar com um andador e até correr com ele. Também já permanece em pé sozinho e dá alguns passos sem apoio, movimentos que representam uma transformação na rotina e na autonomia da criança.
Cadu começou o acompanhamento na Apae de Campo Grande aos 2 anos e meio, em 2019, quando apresentava atraso no desenvolvimento motor. Não conseguia ficar em pé e tinha dificuldade para permanecer sentado sem apoiar as mãos. Vieram então anos de fisioterapia, diferentes terapias, acompanhamento de profissionais e, principalmente, persistência. Nos últimos anos, a equipe passou a utilizar também o TheraSuit, método de fisioterapia intensiva e individualizada voltado ao desenvolvimento das habilidades motoras. Cadu já realizou 12 ciclos do tratamento.
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O resultado aparece em movimentos que hoje fazem parte de uma nova realidade. O menino que precisava do chão para se deslocar conquistou o direito de explorar o mundo de outra maneira: caminha, corre com o andador e começa a dar passos sozinho. A independência também chegou a tarefas simples do dia a dia, como tomar banho, alimentar-se e ajudar na cozinha. Para Cadu, levantar-se e caminhar não é apenas uma evolução física. É poder fazer sozinho aquilo que, durante anos, parecia impossível.
As informações são do portal TopMídia.



