O Brasil mantém a maior taxa de juros reais entre os 40 países analisados pela MoneYou e pela Lev Intelligence, mesmo após o Banco Central reduzir a Selic de 14% para 13,75% ao ano. Pelo levantamento divulgado em 16 de setembro, o juro real brasileiro ficou em 8,45%, considerando a taxa de juros e a inflação projetada para os 12 meses seguintes.
Na sequência aparecem Rússia, com 6,79%, Colômbia, com 6,33%, e Turquia, com 6,25%. A média dos 40 países pesquisados é de 1,62%. No Brasil, a projeção de inflação utilizada no cálculo foi de 4,71%. A diferença entre a taxa nominal e a real ocorre porque o segundo indicador considera a perda esperada do poder de compra provocada pela inflação.
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O corte de 0,25 ponto percentual foi o quinto consecutivo realizado pelo Copom e levou a uma redução acumulada de 1,25 ponto percentual desde março. Apesar da sequência de cortes, o Banco Central manteve uma postura cautelosa e afirmou que as próximas decisões dependerão da evolução dos indicadores econômicos e das expectativas de inflação. No ranking de juros nominais, o Brasil aparece em quarto lugar, atrás de Turquia, Argentina e Rússia.
Com informações da Folha de São Paulo.



