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Outubro Rosa reforça importância do acompanhamento da saúde das mamas

Reprodução

Alterações como nódulos fixos, mudanças no formato ou na pele das mamas, retração do mamilo, pequenos nódulos nas axilas ou no pescoço e secreção espontânea anormal podem estar entre os sinais do câncer de mama. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o nódulo é a manifestação mais frequentemente percebida pelas próprias mulheres e aparece em cerca de 90% dos casos identificados por elas. A presença de uma alteração, porém, não significa necessariamente que exista câncer.

A coordenadora do curso de Enfermagem da Faculdade Anhanguera de Campo Grande, Sandra Demetrio Lara, orienta que mudanças persistentes devem ser avaliadas por um profissional de saúde, sem tentativa de diagnóstico por conta própria. A análise considera o histórico individual, o exame clínico e, quando necessário, a indicação de exames. O levantamento Estimativa 2026: Incidência de Câncer no Brasil, do INCA, projeta cerca de 390 novos casos de câncer de mama por ano em Campo Grande entre 2026 e 2028, enquanto Mato Grosso do Sul deve registrar aproximadamente 930 casos anuais no período.

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Além do acompanhamento médico, o INCA associa à redução do risco a prática regular de atividade física, a manutenção do peso adequado, uma alimentação saudável e a redução do consumo de bebidas alcoólicas. A amamentação também é apontada como fator de proteção. A especialista ressalta que nenhum hábito elimina completamente o risco e recomenda que consultas e exames sejam definidos conforme idade, histórico familiar, sintomas e características individuais de cada mulher.

As informações são do portal Enfoque MS.