A sede do escritório de advocacia da diretora-presidente da Santa Casa de Campo Grande, Alir Terra Lima, foi alvo de uma diligência do Gaeco na manhã desta sexta-feira (11). A medida integra a Operação Antidotum, que investiga suspeitas de irregularidades em contratos envolvendo a instituição. A presidente também figura entre os alvos dos mandados de busca e apreensão cumpridos nesta etapa da investigação.
A operação mobilizou equipes em Campo Grande, Dourados e Goiânia, com seis ordens de prisão e 36 mandados de busca e apreensão. Conforme o Ministério Público, as apurações identificaram possíveis prejuízos superiores a R$ 4,9 milhões. Entre os contratos examinados está um relacionado à digitalização de prontuários, no qual os investigadores estimam prejuízo de R$ 1,4 milhão por pagamentos que não teriam sido correspondidos pela execução dos serviços.
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Outro eixo da investigação envolve a Operadora Santa Casa Saúde e contratos com empresas de um mesmo grupo econômico. Segundo o Ministério Público, essas companhias teriam vínculos com integrantes da diretoria e receberam aproximadamente R$ 9,6 milhões em 2025, com prejuízo estimado de R$ 3,5 milhões. A defesa da Santa Casa informou que ainda não havia recebido os detalhes da operação e, até o momento, não apresentou manifestação sobre as suspeitas.
Com informações do portal MídiaMax.



