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Investigação em contratos de tapa-buracos revela histórico de suspeitos em operações anteriores

Foto: Reprodução / Redes sociais / IA

Uma investigação do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) que apura um suposto esquema de fraudes em contratos de manutenção viária em Campo Grande voltou a atingir investigados que já haviam sido citados em outra operação semelhante. A ação mais recente, chamada “Buraco Sem Fim”, foi deflagrada na terça-feira (12) e apura possíveis irregularidades que podem somar cerca de R$ 110 milhões em serviços de tapa-buracos na Capital.

Segundo o MPMS, parte dos alvos já havia sido investigada na Operação Cascalhos de Areia, deflagrada em 2023, que apurou suspeitas de fraudes em contratos de manutenção de vias não pavimentadas e locação de maquinário. Entre os citados nas duas investigações estão ex-servidores e técnicos ligados à área de infraestrutura do município, além de empresários do setor de obras públicas.

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Na ação mais recente, foram cumpridos mandados de prisão e busca e apreensão. O Ministério Público aponta indícios de que serviços pagos pela administração municipal não correspondiam à execução real, o que teria gerado pagamentos indevidos e prejuízos aos cofres públicos. Durante as diligências, também foi apreendido dinheiro em espécie. A Prefeitura de Campo Grande foi procurada, mas não se manifestou sobre o caso até o momento.

Com informações do portal TopMídia.