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Camila Jara nega agressão e afirma ser vítima de campanha de perseguição

Foto: Vinicius Loures / Câmara dos Deputados

Após a repercussão do episódio, a deputada federal Camila Jara (PT-MS) negou ter agredido o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) durante a sessão na Câmara. Em nota divulgada por sua assessoria, a parlamentar afirma que apenas esbarrou no colega, que teria caído em seguida.

“A deputada, com 1,60 metro de altura, 49 quilos e em tratamento contra um câncer, foi injustamente acusada de ter nocauteado o parlamentar com um soco”, diz o texto.

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A nota também argumenta que Camila reagiu ao empurra-empurra no plenário como “qualquer mulher reagiria em um tumulto, quando um homem a pressiona contra a multidão”. Segundo a assessoria, “não houve soco ou qualquer outro ato de violência deliberada, como alardeado nas redes sociais por publicações direcionadas”.

Ainda de acordo com a nota, a repercussão nas redes resultou em “centenas de comentários ofensivos e ameaças à integridade física e até mesmo à vida da deputada Camila Jara”.

Nesta quinta-feira (7), a equipe da parlamentar acionou a Polícia Legislativa e informou que solicitará escolta também para suas atividades no estado de Mato Grosso do Sul.

“A deputada Camila Jara reforça que não será intimidada pelo ódio dos que desrespeitam a democracia. A coragem e o diálogo são marcas do trabalho da parlamentar, que jamais se acovardará diante das injustiças”, conclui a nota.