Vídeos de câmeras de segurança registraram o momento em que o manobrista da academia C4 Gym preparou a mistura de cloro que, segundo a investigação, teria “envenenado o ar” do local. Outra gravação mostra o funcionário deixando o balde ao lado da piscina enquanto aguardava o fim da aula.
A professora Juliana Faustino Bassetto, de 27 anos, morreu no sábado (7/2) após participar de uma aula de natação na academia, localizada em Santo André, na região metropolitana de São Paulo. Das nove pessoas presentes na atividade, outras cinco precisaram de atendimento médico. Um adolescente de 14 anos segue internado e respira com a ajuda de aparelhos.
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De acordo com o boletim de ocorrência registrado na 6ª Delegacia de Polícia de Santo André, Juliana sofreu uma parada cardíaca após a aula. Ela estava acompanhada do marido, Vinicius de Oliveira, que também passou mal na piscina. Os dois comunicaram o professor responsável e, em seguida, foram por conta própria ao Hospital Santa Helena.
Juliana não resistiu e morreu na unidade de saúde. O marido permanece internado em estado grave.
Segundo a Polícia Civil, a manutenção da piscina era realizada pelo manobrista da academia. Em coletiva de imprensa nesta segunda-feira (9/2), investigadores confirmaram que o funcionário preparou a mistura de cloro em um balde e o deixou ao lado da piscina durante a aula, enquanto aguardava o encerramento das atividades.
O caso segue sob investigação para apurar responsabilidades e as circunstâncias da exposição aos produtos químicos.
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