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Tuberculose em presídios expõe falhas e leva governo a reforçar controle regional

Foto: Arquivo SES

O enfrentamento da tuberculose no sistema prisional brasileiro passa por mudanças após a identificação de fragilidades no acompanhamento da doença. Com 70,4% das equipes de Atenção Primária Prisional classificadas como “regular” no indicador, o governo adotou um modelo de monitoramento regionalizado para melhorar a gestão e a resposta nos diferentes territórios. A proposta busca ampliar a capacidade de intervenção a partir da análise por equipe, município e estado.

Entre os critérios avaliados estão a realização de consultas periódicas, exames como baciloscopia de controle, radiografia de tórax e testagem para HIV, considerados essenciais para diagnóstico precoce e interrupção da transmissão. O novo sistema de indicadores, apresentado pelo Ministério da Saúde, ainda está em fase de implementação ao longo de 2026, com foco em capacitação das equipes e ajustes operacionais. A apuração oficial dos resultados está prevista para começar em janeiro de 2027.

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Além da tuberculose, o modelo inclui outros eixos de avaliação, como acesso à atenção primária, cuidado na gestação, acompanhamento de doenças crônicas, rastreio de infecções sexualmente transmissíveis e prevenção do câncer do colo do útero. Dados iniciais apontam avanços em áreas como ampliação do atendimento e pré-natal, enquanto outros indicadores ainda concentram desempenho “regular”, indicando a necessidade de reforço nas estratégias de assistência. Atualmente, o país conta com 683 equipes de Atenção Primária Prisional cofinanciadas para atuação no sistema.

Com informações do portal Agência de Noticias do Governo de Mato Grosso do Sul.