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Pesquisadora questiona restrições da Anvisa ao acesso à polilaminina

Foto: Ana Branco / O Globo - Arquivo

A pesquisadora Tatiana Coelho de Sampaio, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), criticou restrições da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ao acesso compassivo à polilaminina, substância experimental estudada para o tratamento de lesões na medula espinhal. Em manifestação pública, ela questionou decisões atribuídas à diretora Daniela Marreco e levantou dúvidas sobre a aplicação das regras que permitem o acesso excepcional a tratamentos ainda em fase de pesquisa.

A polilaminina é investigada por seu potencial de contribuir para a recuperação de funções neurológicas após lesões medulares. Em janeiro de 2026, a Anvisa autorizou um estudo clínico inicial com cinco pacientes, voltado principalmente à avaliação da segurança. A autorização para a pesquisa não equivale à aprovação da substância para uso amplo, pois sua eficácia e segurança ainda precisam ser avaliadas em estudos clínicos.

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A controvérsia envolve o equilíbrio entre a necessidade de proteger os pacientes e a possibilidade de acesso excepcional a tratamentos experimentais. Tatiana questiona os critérios adotados pela Agência e aponta possíveis problemas na condução das decisões. Para avaliar a denúncia de eventual descumprimento da legislação, porém, é necessário examinar as normas aplicáveis e os atos administrativos envolvidos. A Anvisa, por sua vez, tem a responsabilidade de assegurar que o acesso a terapias experimentais siga os requisitos regulatórios e científicos.

As informações são do perfil @manuh.semfiltro.