Durante a primeira Prova do Anjo do Big Brother Brasil 25, realizada no último sábado (18), Diego Hypólito demonstrou desconforto ao ser içado em um cubículo por um mecanismo conhecido como “garra humana”. Visivelmente ansioso, o atleta fez perguntas sobre a duração do desafio e quase desistiu, refletindo uma fobia relacionada a lugares fechados que remonta a um trauma de infância.
Em sua biografia, “Não Existe História sem Sacrifício”, Diego revela a prática abusiva do “caixão da morte”, um ritual de iniciação que enfrentou durante sua formação esportiva. Ele foi colocado em um objeto semelhante a um caixão, enquanto outros atletas sentavam em cima para impedir sua saída. A prática, aprovada pelos treinadores, incluía a inserção de magnésio no espaço, aumentando seu sofrimento. Diego também compartilhou experiências de humilhação, como ser forçado a escrever a palavra “gay” em seu peito quando tinha apenas 12 anos.
Os efeitos desse trauma na vida adulta são profundos. Durante conversas com outros participantes do reality show, ele relatou ter desenvolvido uma fobia intensa de espaços fechados, a ponto de abandonar shoppings ao não conseguir ver a saída. Reconhecendo a gravidade de seu comportamento, sua mãe buscou ajuda, e ele recebeu apoio do Comitê Olímpico Brasileiro, que resultou em sua internação para tratamento. Diego enfatizou a importância do apoio familiar e profissional em sua jornada de superação.



