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Política

Tarcísio diz que, se for presidente, 1º ato é indulto a Bolsonaro

Tarcísio de Freitas e Jair Bolsonaro Foto: Sergio Barzaghi / Governo do Estado de SP

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O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou que, caso chegue à Presidência da República, seu primeiro ato seria conceder um indulto ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A declaração foi feita em entrevista ao Diário do Grande ABC, publicada nesta sexta-feira (29).

“Na hora. Primeiro ato [o indulto]. Porque eu acho que tudo isso que está acontecendo é absolutamente desarrazoado”, disse.

Apesar da afirmação, Tarcísio voltou a negar que será candidato em 2026. “Eu não sou candidato à Presidência, vou deixar isso bem claro. Todo governador de São Paulo é presidenciável, pelo tamanho do estado, um estado muito importante. Mas vamos pegar na história recente qual foi o governador de São Paulo que se tornou presidente da República: o último foi Jânio Quadros e o penúltimo foi Washington Luís.”

O governador também declarou não confiar na Justiça e disse não ver elementos para a condenação de Bolsonaro, que será julgado a partir da próxima terça-feira (2) no STF (Supremo Tribunal Federal) por suposta tentativa de golpe.

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“Não acredito em elementos para ele ser condenado, mas infelizmente hoje eu não posso falar que confio na Justiça, por tudo que a gente tem visto”, afirmou.

Na entrevista, Tarcísio ainda defendeu anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro e cobrou que o tema seja pautado pelo Congresso. Sem citar nomes, mirou o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).

“Entendo que os presidentes da Casa têm que submeter isso à vontade do plenário, e não pode ter interferência de outro poder”, disse.

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