O Supremo Tribunal Federal (STF) revogou a ordem de prisão contra Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (13), após veículos de imprensa noticiarem que o tenente-coronel teria sido detido pela Polícia Federal (PF) sob suspeita de tentar deixar o país.
A suposta prisão de Mauro Cid foi vinculada a uma possível movimentação para recuperar seu passaporte, o que teria levantado suspeitas de fuga. No entanto, a defesa de Cid negou a detenção e afirmou que ele “em nenhum momento descumpriu qualquer medida judicial” e que “não houve qualquer justificativa para eventual prisão”.
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O caso permanece sob análise do ministro Alexandre de Moraes, relator dos inquéritos sobre os atos de 8 de janeiro e as investigações sobre a suposta tentativas de golpe de Estado. Mauro Cid é um dos 31 réus na ação que apura um suposto plano para manter Bolsonaro no poder após a derrota nas eleições de 2022.
Ex-ministro preso
No mesmo dia, a Polícia Federal prendeu Gilson Machado, ex-ministro do Turismo do governo Bolsonaro, no Recife (PE). A prisão foi autorizada por Alexandre de Moraes a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR).
Gilson Machado é suspeito de tentar obter um passaporte português para Mauro Cid, o que poderia facilitar uma fuga internacional. A PF investiga o envolvimento de Machado na suposta tentativa de ajudar Cid a deixar o Brasil.



