O atendimento odontológico foi suspenso em 29 unidades básicas de Campo Grande por falta de compressores em funcionamento. A informação foi confirmada pelo Conselho Municipal de Saúde, que enviou um ofício à Secretaria Municipal de Saúde pedindo providências e explicações. No documento, o órgão destaca que a interrupção afeta a continuidade do cuidado e o acesso da população aos serviços do SUS.
Segundo o Conselho, o Estado repassou mais de R$ 4 milhões ao município, em janeiro de 2024, para compra e reposição de equipamentos da Atenção Primária, incluindo itens essenciais para odontologia. Quase dois anos depois, a aquisição ainda não ocorreu, e várias unidades continuam sem estrutura mínima de atendimento. Por isso, o órgão cobra prestação de contas, documentos que justifiquem o atraso e um cronograma claro para regularizar a situação.
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O Conselho Regional de Odontologia também confirmou que tem recebido relatos de consultórios inoperantes, equipamentos quebrados e falta de insumos. A entidade afirma que fiscalizações realizadas desde 2023 já resultaram em inquéritos no Ministério Público e que a situação se agravou, com mais consultórios paralisados. Até o momento, a Prefeitura não se posicionou sobre o caso.
As informações são do portal TopMídia.



