Metade da bancada federal de Mato Grosso do Sul não assinou o pedido de CPI que busca investigar fraudes no INSS, estimadas em R$ 6,3 bilhões. O requerimento foi protocolado com apoio de 185 deputados de 14 partidos.
Os deputados Vander Loubet (PT), Camila Jara (PT), Geraldo Resende (PSDB) e Dagoberto Nogueira (PSDB) ficaram de fora. Camila defendeu o trabalho da Polícia Federal e disse confiar nas investigações em curso. Vander afirmou que a CPI tem viés político e pode atrapalhar o trabalho da PF e da CGU.
Geraldo Resende disse não ter sido procurado para assinar o pedido, mas apoia investigações sem polarização. Dagoberto alegou estar de licença médica, apoiou a apuração e criticou o que chamou de “crime organizado institucionalizado”.
Apenas Rodolfo Nogueira (PL), Marcos Pollon (PL), Luiz Ovando (PP) e Beto Pereira (PSDB) assinaram o pedido entre os representantes do Estado.
A CPI mira sindicatos que teriam feito descontos indevidos em benefícios do INSS entre 2019 e 2024. A Operação Sem Desconto, da PF e da CGU, já resultou em prisões, bloqueio de bens e na saída do presidente do INSS.
*Campo Grande News.






























