A Câmara Municipal deve analisar na quinta-feira (11) um projeto que busca garantir o fornecimento de água a famílias que convivem com pessoas acamadas, em fase terminal ou com enfermidades graves. A ideia é impedir a suspensão do serviço mesmo quando houver contas em atraso, desde que a residência esteja inscrita no Cadastro Único. O autor da proposta, vereador Maicon Nogueira (PP), argumenta que, em situações de fragilidade extrema, água não é apenas um serviço básico, mas parte da própria sobrevivência.
Para ter acesso à proteção prevista no texto, o responsável pelo imóvel deverá procurar o CRAS, preencher um requerimento e apresentar um laudo médico que comprove a condição de saúde do paciente. Depois disso, um assistente social fará a verificação da situação para confirmar se a família atende aos requisitos do projeto.
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Se aprovado em primeira votação, o texto ainda passará por uma segunda análise em plenário antes de seguir para eventual sanção da prefeita Adriane Lopes (PP). A proposta busca evitar que dificuldades financeiras agravem ainda mais a rotina de quem já enfrenta doenças graves dentro de casa.



