Durante a ExpoZebu, em Uberaba (MG), a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) apresentou os principais pontos do Plano Nacional de Identificação Individual de Bovinos e Búfalos (PNIB), que estabelece novas diretrizes para a rastreabilidade no rebanho brasileiro. A apresentação ocorreu durante a reunião da Comissão Técnica de Bovinocultura de Corte da Faemg, realizada na última quarta-feira (30), com a presença do presidente da Comissão Nacional de Bovinocultura da CNA, Francisco de Castro.
O plano, lançado em 2023, prevê a adoção gradual da identificação individual dos animais em um período de transição de oito anos. Nos dois primeiros anos, o objetivo é estruturar o sistema e preparar o setor. A obrigatoriedade se inicia nos três anos seguintes para fêmeas vacinadas contra brucelose e animais que participam de programas de rastreabilidade, até atingir a totalidade do rebanho nacional na última etapa.
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Segundo a CNA, o PNIB representa um marco para a pecuária brasileira ao ampliar o controle sanitário, atender às exigências dos mercados internacionais e fortalecer a confiança do consumidor. A entidade defende que o sucesso da implementação dependerá de uma comunicação clara com os produtores e ações contínuas de capacitação, garantindo que o setor esteja preparado para os desafios dessa nova fase.



