Ações em Mato Grosso do Sul
No estado, as atividades ocorreram ao longo de três dias, concentrando-se em quatro unidades prisionais de Campo Grande:
- Estabelecimento Penal Jair Ferreira de Carvalho (Máxima);
- Instituto Penal de Campo Grande;
- Presídio de Trânsito;
- Centro Penal Agroindustrial da Gameleira.
Cerca de 210 policiais penais participaram das operações, vistoriando 32 celas. A ação resultou na transferência de 29 internos para outras unidades prisionais. Os resultados das apreensões realizadas ainda serão divulgados pela Senappen.
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As operações foram coordenadas pela Gerência de Inteligência do Sistema Penitenciário (Gisp) e pela Diretoria de Operações da Agepen, com apoio do Comando de Operações Penitenciárias (Cope) e supervisão de um representante da Senappen.
Combate Nacional ao Crime Organizado
A Operação Mute é considerada a maior ação coordenada pela Senappen, abrangendo o maior número de estados, agentes mobilizados e unidades prisionais inspecionadas.
A iniciativa tem como foco principal a localização e apreensão de celulares e outros dispositivos utilizados por organizações criminosas para planejar e executar crimes fora dos presídios. Esses itens são ferramentas essenciais para o avanço de atividades ilícitas como tráfico de drogas, homicídios e roubos.
Além das apreensões, a operação busca padronizar rotinas e fortalecer a segurança dentro das unidades prisionais, promovendo maior controle e dificultando a atuação das organizações criminosas.
Impacto Nacional e Integração
A Operação Mute reforça a integração entre as inteligências penitenciárias estaduais e a Diretoria de Inteligência Penitenciária (Dipen). Segundo a Senappen, a ação contribui para a redução de crimes violentos letais intencionais e fortalece o compromisso das autoridades em proteger a sociedade.
O êxito da operação destaca a importância de estratégias nacionais unificadas para combater o crime organizado e reduzir os índices de violência no país.