Uma jovem de 23 anos foi indiciada pelos crimes de aborto e denunciação caluniosa após inventar um estupro em Linhares (ES). O caso, inicialmente registrado como estupro por um desconhecido, evoluiu para a denúncia contra o próprio marido e terminou com a conclusão da polícia de que tudo foi forjado.
Em setembro de 2024, a mulher procurou a Delegacia da Mulher afirmando que havia sido estuprada no Centro de Linhares. Com base no relato, ela teve acesso ao aborto legal. Dias depois, voltou atrás e acusou o próprio marido, alegando medo e pedindo medida protetiva.
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As investigações, porém, mostraram que a história era falsa. Testemunhas, incluindo familiares e amigos, negaram a versão da jovem. A polícia concluiu que ela usou a falsa denúncia para realizar um aborto e tentar prejudicar o ex-companheiro.
A mulher foi indiciada por aborto ilegal, com pena de 1 a 3 anos, e denunciação caluniosa, com pena de até 8 anos. O caso foi encaminhado à Justiça.



