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MPMS investiga atraso em exames de cintilografia e fila de espera com 741 pacientes em Campo Grande

Imagem ilustrativa

O Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) iniciou uma investigação para apurar a fila de espera para exames de cintilografia em Campo Grande. Conforme informações da 32ª Promotoria de Justiça, especializada na área da Saúde, cerca de 741 pacientes aguardam pelo procedimento na capital.

A cintilografia é um exame de medicina nuclear essencial para o diagnóstico precoce de diversas doenças, incluindo o câncer. Ela permite a detecção de alterações antes mesmo que sejam visíveis em radiografias convencionais, o que é crucial para o planejamento terapêutico adequado.

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A investigação do MPMS busca verificar se os hospitais credenciados como Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon) em Campo Grande estão cumprindo suas obrigações na oferta desse exame. As instituições sob análise incluem a Santa Casa, o Hospital do Câncer Dr. Alfredo Abrão e o Hospital Regional de Mato Grosso do Sul.

Segundo reportado pelo Capital News, a promotora de Justiça Daniella Costa, ressaltou que a falta ou insuficiência de exames diagnósticos tem causado atrasos no início dos tratamentos, prejudicando a eficácia do atendimento aos pacientes. O MPMS solicitou informações à Secretaria de Estado de Saúde e à Secretaria Municipal de Saúde de Campo Grande (Sesau) sobre a oferta dos exames, o número de procedimentos realizados nos últimos seis meses e as medidas planejadas para atender os pacientes na fila de espera.

A demora na realização de exames como a cintilografia pode comprometer significativamente o prognóstico dos pacientes, especialmente em casos de câncer, onde o diagnóstico precoce é fundamental para o sucesso do tratamento. O MPMS está empenhado em assegurar que os hospitais cumpram suas responsabilidades e que os pacientes tenham acesso oportuno aos serviços de saúde necessários.