O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kássio Nunes Marques, pretende realizar, pela primeira vez, um teste de integridade das urnas eletrônicas na sede da Corte, em Brasília, durante o primeiro turno das eleições de 2026. A informação foi divulgada pelo colunista Igor Gadelha, do Metrópoles, e coloca novamente no centro do debate os mecanismos utilizados pela Justiça Eleitoral para verificar a correspondência entre os registros eletrônicos e os votos previamente preparados em cédulas de papel.
Segundo a publicação, partidos que tiverem candidatos à Presidência da República poderão participar da escolha das urnas que serão encaminhadas ao TSE para a auditoria. No procedimento, votos simulados são digitados nas urnas selecionadas e, posteriormente, o resultado eletrônico é comparado com a contagem das cédulas utilizadas no teste. A finalidade é verificar se a urna registra corretamente os votos inseridos durante a simulação.
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Realizado pela Justiça Eleitoral desde 2002, o teste não interfere na apuração oficial, já que os votos utilizados são exclusivamente simulados. Para as eleições de 2026, também estão previstos testes de integridade nas unidades da Federação. A realização da auditoria na própria sede do TSE amplia a fiscalização pública sobre o funcionamento das urnas e ocorre em um contexto de discussões recorrentes sobre transparência, segurança e mecanismos de verificação do sistema eletrônico de votação.
As informações são do portal do jornalista Luiz Bacci.



