A Polícia Civil de São Paulo deflagrou, nesta quarta-feira (28), a segunda fase da Operação Castelo de Cartas, que investiga um esquema de fraudes financeiras milionárias com empresas de fachada. Em Campo Grande, os alvos são Camilo Zahran e Gabriel Zahran, herdeiros de um grupo empresarial do Estado.
Camilo Zahran teve mandado de prisão expedido, não foi localizado e é considerado foragido. Gabriel Zahran foi alvo de busca e apreensão, prestou depoimento na Depac/Cepol e foi liberado, já que não havia ordem de prisão contra ele.
Segundo a Polícia Civil, os irmãos criaram empresas fictícias e usavam a credibilidade do grupo familiar para atrair empresários, oferecendo cotas de investimento com promessa de altos lucros. As empresas não existiam de fato e o prejuízo das vítimas é milionário.
As investigações começaram em 2025, após denúncias em São José do Rio Preto (SP), e apontam que os irmãos seriam os líderes do esquema.
Na primeira fase da operação, a polícia apreendeu veículos de luxo, joias, documentos, cheques e cerca de R$ 250 mil em dinheiro.
Os crimes apurados são estelionato e estelionato pela internet. A polícia investiga novas vítimas e outros possíveis envolvidos.




