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Guia de Juliana Marins nega abandono e afirma ter acionado resgate após acidente em vulcão

Foto: Repridução / Rede Social / Montagem

O guia turístico Ali Musthofa, que acompanhava a brasileira Juliana Marins durante trilha no Monte Rinjani, na Indonésia, prestou depoimento à polícia local no domingo (29) e negou ter deixado a turista sozinha. Segundo ele, Juliana foi orientada a descansar e ele seguiu à frente com a promessa de esperá-la. Ao perceber que ela não apareceu, retornou ao ponto de descanso e, em seguida, ouviu a voz da brasileira pedindo socorro ao fundo de um barranco.

De acordo com o relato, o guia viu uma luz de lanterna a cerca de 150 metros de profundidade e tentou manter contato verbal com Juliana enquanto buscava ajuda. Por falta de equipamento adequado, informou sua empresa sobre o ocorrido, que então acionou as equipes de resgate. A investigação da polícia de East Lombok ainda está em andamento, sem suspeitos definidos, e busca esclarecer se houve omissão ou falha no atendimento.

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Juliana Marins caiu durante a trilha no dia 20 de junho e foi encontrada sem vida quatro dias depois. Segundo laudo do Hospital Bali Mandara, a causa da morte foi traumatismo por força contundente. A família contestou o tempo de resgate e solicitou nova autópsia no Brasil, autorizada pelo governo federal. O exame deve ser realizado nesta quarta-feira (2).

As informações são do portal Hugo Gloss.