O deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro, afirmou que não pretende aceitar qualquer acordo relacionado às acusações feitas contra ele e que levará o caso até o fim na Justiça. Ao mesmo tempo, o parlamentar colocou seu material genético à disposição da Procuradoria-Geral da República (PGR) para a realização de exame de DNA, apontado por sua defesa como uma forma objetiva de esclarecer o caso.
Segundo os advogados, o material biológico de Gaspar já foi coletado por um perito oficial durante uma ação cautelar autorizada pela Justiça de Alagoas e está disponível às autoridades. A defesa informou ainda que o deputado aceita passar por uma nova coleta, caso a PGR ou o Supremo Tribunal Federal considerem necessário.
Os advogados também protocolaram pedidos para acelerar a realização da perícia. Caso o resultado afaste vínculo biológico com a criança mencionada na notícia-crime, a defesa afirma que pedirá o arquivamento do procedimento.
Gaspar também rejeitou qualquer tentativa de entendimento com o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ). Mesmo diante de movimentações de bastidores em busca de uma possível pacificação, o parlamentar sustenta que as acusações deverão ser discutidas judicialmente e que pretende buscar a responsabilização de quem as formulou.
































