O portal G1 corrigiu, na segunda-feira (19), uma reportagem sobre possíveis mudanças no Bolsa Família em um eventual governo de Flávio Bolsonaro (PL). A versão inicial informava que beneficiários poderiam perder o auxílio após 24 meses, mesmo sem conseguir emprego. O conteúdo foi posteriormente modificado para esclarecer as condições previstas na proposta atribuída a Daniella Marques, ex-presidente da Caixa Econômica Federal e cotada para assumir o Ministério da Fazenda em uma eventual gestão do senador.
Na versão atualizada, o período de dois anos é apresentado como uma fase de adaptação para beneficiários que conseguirem emprego com carteira assinada ou abrirem o próprio negócio, com manutenção do benefício durante esse intervalo. Caso o vínculo profissional ou a atividade empreendedora não se consolide, o beneficiário poderá retornar automaticamente ao programa, conforme a descrição publicada após a correção.
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A reportagem original foi publicada às 10h48 e atualizada às 15h23 de segunda-feira. A mudança alterou um ponto central da informação divulgada inicialmente, ao diferenciar a perda do benefício independentemente da situação profissional das regras de transição para quem ingressar no mercado de trabalho ou empreender. O episódio destaca a importância da precisão na cobertura de políticas sociais que afetam diretamente famílias de baixa renda.



