Os Estados Unidos aumentaram sua presença militar no Caribe, com mais de 10 mil soldados posicionados em bases e embarcações próximas a Porto Rico e à costa venezuelana. A ação inclui bombardeiros B-52, helicópteros de operações especiais, destróieres, submarinos e caças F-35, segundo informações de fontes militares. O objetivo declarado pelo governo americano é combater o narcotráfico e monitorar a influência de potências externas na região.
Entre os equipamentos utilizados estão unidades de elite como Delta Force, Navy SEALs e Green Berets, além do navio MV Ocean Trader, projetado para operações furtivas e apoio logístico. As forças americanas também atuam na interceptação de embarcações ligadas ao tráfico de drogas, realizando diversas apreensões nos últimos meses, enquanto a Venezuela reforça sua presença militar costeira em resposta.
O governo dos Estados Unidos elevou a recompensa pela captura de Nicolás Maduro para US$ 50 milhões, citando seu envolvimento em redes de narcotráfico internacional. Autoridades americanas afirmam que a mobilização é defensiva e não configura invasão, enquanto o regime venezuelano classifica as operações como provocação e denuncia o caso à ONU, pedindo reconhecimento de violação de soberania.
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