Cuba enfrenta uma crise econômica e energética marcada por apagões prolongados, escassez de alimentos e medicamentos e dificuldades no funcionamento de serviços básicos. Em Havana, a falta de combustível reduziu a circulação e afetou atividades como transporte, abastecimento de água e coleta de lixo. A chegada recente de petróleo russo amenizou parte da pressão sobre o sistema, mas o volume representa apenas uma fração da demanda mensal do país.
Além dos impactos na infraestrutura, a crise afeta diretamente o acesso da população a itens essenciais. Mercados estatais enfrentam desabastecimento, enquanto produtos disponíveis no setor privado têm preços considerados elevados para grande parte dos cubanos. Dados oficiais apontam que salários e aposentadorias têm perdido poder de compra, dificultando a aquisição até de alimentos básicos.
Moradores relatam que o cenário atual é comparado, por alguns, a períodos críticos da história recente do país. Apesar do aumento da insatisfação, muitos apontam como prioridade a melhora nas condições de vida, com fornecimento regular de energia, acesso a alimentos, medicamentos e renda suficiente. Paralelamente, Cuba e Estados Unidos mantêm interlocução diplomática em meio ao contexto de crise.
As informações são dos portais Metrópoles e Quadro Geral.






























