A equipe de campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL) apresentou oito acusações contra o canal “Exército do Lula”, no WhatsApp, para defender sua suspensão junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A lista reúne questionamentos sobre a atuação do canal e a divulgação de conteúdos políticos. Segundo a campanha, as supostas irregularidades envolvem:
- Falta de declaração à Justiça Eleitoral: o canal e um perfil relacionado no Instagram não teriam sido informados à Justiça Eleitoral.
- Tentativa de contornar bloqueios: supostas orientações para que os seguidores migrassem para uma página alternativa caso o canal fosse suspenso.
- Reprodução de conteúdos questionados judicialmente: divulgação de publicações que, segundo a campanha, já haviam sido alvo de decisões da Justiça.
- Disseminação de informações falsas: circulação de alegações sobre Flávio Bolsonaro, incluindo a afirmação de que ele pretendia retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil.
- Compartilhamento coordenado de mensagens: uso de conteúdos prontos e horários combinados para ampliar a divulgação das publicações.
- Orientação para compartilhar vídeos sem assisti-los: supostas instruções para distribuir materiais sem necessariamente verificar seu conteúdo.
- Propaganda eleitoral em período questionado: circulação de mensagens políticas relacionadas ao dia da votação do primeiro turno.
- Possível uso de recursos do fundo eleitoral: questionamentos sobre a destinação de dinheiro público para impulsionar conteúdos negativos contra o adversário.
A disputa sobre o funcionamento do canal chegou ao TSE, onde houve decisões relacionadas à suspensão e ao restabelecimento da página. As acusações foram apresentadas pela equipe de Flávio e não significam que as irregularidades tenham sido comprovadas. Cabe à Justiça Eleitoral analisar os argumentos e as provas para determinar se houve descumprimento da legislação.
Continue após a publicidade
Com informações do portal Veja.



