A direção de uma brinquedoteca privada de Três Lagoas divulgou nota pública para responder às acusações de discriminação feitas nas redes sociais por familiares de crianças com deficiência. O caso veio à tona após uma mãe relatar que sua filha, que tem diabetes, teria sido impedida de acessar o espaço, o que foi negado pela empresa.
Segundo a instituição, o impasse ocorreu porque foi solicitada a entrada de um acompanhante externo, o que não é permitido pelas normas internas. A brinquedoteca afirma que apenas profissionais treinados e vinculados à equipe podem acompanhar as crianças, como medida de segurança, e que a decisão não teve relação com a condição de saúde da menina. Ainda conforme a nota, a empresa chegou a pedir documentos e consultar o setor jurídico para avaliar alternativas, mas antes da conclusão desse processo as publicações nas redes sociais já haviam sido feitas.
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A empresa diz que as postagens geraram grande repercussão, com ofensas e ameaças, e que a proprietária precisou ser hospitalizada por estresse. Diante disso, informou ter tentado um acordo com a mãe, sem sucesso, e encaminhou notificação extrajudicial para solicitar retratação, além de registrar boletim de ocorrência. A brinquedoteca afirma atuar há mais de dez anos no município e sustenta que aplica suas regras de forma igualitária, priorizando a segurança e o bem-estar das crianças.
As informações são do portal TopMídia.



