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Simone Tebet pode ampliar influência em MS e aproximar governo estadual de Lula

Reprodução

Simone Tebet (PSB), que perdeu espaço entre parte do eleitorado de Mato Grosso do Sul após apoiar Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais de 2022, poderá voltar a exercer influência política no Estado durante um eventual quarto mandato do petista. Ex-ministra do Planejamento e Orçamento, ela teve papel na articulação de interesses estaduais junto ao governo federal durante a primeira gestão de Eduardo Riedel (PP).

Tebet chegou a cogitar uma candidatura ao Senado por Mato Grosso do Sul, mas transferiu seu domicílio eleitoral para São Paulo a pedido de Lula e disputou a eleição naquele Estado, sem conseguir se eleger. Apesar da derrota, a expectativa é de que ela mantenha espaço no governo federal, o que poderá favorecer a interlocução com a administração sul-mato-grossense. Seu marido, Eduardo Rocha, que foi secretário estadual no primeiro mandato de Riedel, também poderá voltar ao governo, embora não haja confirmação de uma eventual nomeação.

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A possível atuação de Tebet como interlocutora ganha relevância diante dos desafios do segundo mandato de Riedel, especialmente na busca por recursos federais para obras de infraestrutura, como a Rota Bioceânica. Embora o grupo governista tenha representação expressiva no Congresso Nacional, uma aproximação com o Palácio do Planalto poderá facilitar a negociação de investimentos. Nesse cenário, a influência da ex-ministra em Brasília poderá se tornar um fator importante na relação entre Mato Grosso do Sul e o governo federal.

As informações são do portal Investiga MS.