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Corte de secretarias não segura avanço da folha e acende alerta nas contas de Campo Grande

Secretário de Fazenda. (Reprodução-Arquivo)

Mesmo após a reforma administrativa que reduziu a estrutura da Prefeitura de Campo Grande, a despesa com pessoal continua em patamar elevado e mantém as contas municipais sob pressão. Durante audiência pública na Câmara, vereadores questionaram se as mudanças implementadas foram suficientes para produzir a economia esperada. A reforma previa redução de 30% na estrutura e nos custos relacionados à folha e às instalações.

Os números apresentados mostram que o comprometimento da Receita Corrente Líquida com pessoal chegou a 55,85% no primeiro quadrimestre de 2025 e ficou em 55,23% no segundo. No primeiro quadrimestre de 2026, a despesa com pessoal cresceu 15%, enquanto o percentual comprometido da receita ficou em 53,9%. Apesar da redução do índice em relação ao ano anterior, o volume de gastos continua sendo um dos principais pontos de atenção para a administração municipal.

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O secretário municipal de Fazenda, Isaac José de Araújo, explicou que aproximadamente 80% da folha está concentrada nas áreas de Saúde e Educação, setores que possuem forte peso no orçamento e não sofreram cortes na mesma proporção da estrutura administrativa. Segundo ele, reajustes e reposições salariais, especialmente na Educação, seguem impactando as despesas. Na audiência, porém, não foi apresentado um detalhamento do valor efetivamente economizado com a redução de secretarias e cargos.

As informações são do portal TopMídia.