Moradores de Campo Grande relataram dúvidas e reclamações após o recebimento dos carnês do IPTU 2026, com valores acima do esperado em alguns casos. A Prefeitura afirma que não houve aumento real do imposto, apenas a correção monetária de 5,32%, baseada no IPCA-E, conforme previsto em lei. Segundo a Secretaria Municipal de Fazenda (Sefaz), a base de cálculo dos imóveis e a Planta Genérica de Valores foram mantidas sem reajustes acima da inflação.
De acordo com a Sefaz, variações no valor final podem ocorrer por atualizações cadastrais. Ampliações em imóveis construídos, por exemplo, impactam a área edificada e, consequentemente, o imposto. No caso de terrenos, mudanças podem estar relacionadas à identificação de melhorias no entorno, como pavimentação, rede de água, esgoto, energia elétrica ou equipamentos públicos, o que altera a alíquota aplicada, que varia de 1% a 3,5%, conforme os critérios legais.
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A Prefeitura informa que essas atualizações não geram cobrança retroativa e passam a valer apenas a partir da identificação. A prefeita Adriane Lopes declarou que eventuais inconsistências podem ser analisadas individualmente e corrigidas, se constatado erro. Para 2026, o desconto para pagamento à vista será de 10%, e a estimativa de arrecadação com o IPTU é de cerca de R$ 950 milhões, valor que ultrapassa R$ 1 bilhão quando somada a taxa de coleta de lixo. Contribuintes podem verificar os detalhes do cálculo no carnê ou buscar atendimento nos canais oficiais da Sefaz.
Com informações do portal Enfoque MS.



