A rede de cafeterias Starbucks anunciou o fechamento de mais de 500 lojas na América do Norte e a demissão de cerca de 900 funcionários da área corporativa, como parte de um plano de reestruturação. O movimento, confirmado pelo CEO Brian Niccol, prevê um custo de até US$ 1 bilhão e busca corrigir falhas operacionais e melhorar a rentabilidade da companhia, que enfrenta queda nas vendas e desvalorização das ações.
De acordo com a empresa, as unidades encerradas eram consideradas inviáveis financeiramente ou incapazes de oferecer a experiência esperada pelos clientes. Paralelamente, a rede informou que mais de mil lojas passarão por reformas, recebendo melhorias estruturais e visuais. Os funcionários desligados terão acesso a pacotes de indenização e programas de apoio, segundo comunicado.
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Desde que assumiu a presidência, Niccol promoveu cortes no cardápio, inseriu novos produtos e retomou estações de autoatendimento, mas os resultados ainda não alcançaram o desempenho esperado. No último ano, as ações da Starbucks caíram cerca de 12%, e os ajustes agora visam preparar o terreno para uma retomada gradual da expansão da marca.
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