Durante a sessão inaugural da Câmara Municipal de Campo Grande, realizada em 17 de fevereiro de 2025, mães de crianças com deficiência, conhecidas como “mães atípicas”, foram impedidas de entrar com cartazes de protesto. O grupo buscava manifestar-se contra a qualidade dos materiais fornecidos pela Prefeitura, incluindo fraldas, fórmulas especiais e medicamentos essenciais para seus filhos.
A líder do movimento procurou a direção da Casa Legislativa para questionar a proibição, destacando que anteriormente haviam levado cartazes à Assembleia Legislativa sem restrições. No entanto, foram informadas de que a entrada de cartazes estava proibida na sessão em questão.
Desde o ano passado, as mães atípicas têm protestado contra a falta de insumos e a qualidade insuficiente dos materiais fornecidos pela Prefeitura. Em reuniões anteriores, a Assembleia Legislativa criou uma Comissão Temporária de Representação para monitorar e acompanhar as demandas do movimento, evidenciando a necessidade de melhorias no atendimento e fornecimento de materiais para crianças com deficiência em Campo Grande.
Recentemente, conforme informações no site Câmara Municipal de Campo Grande, vereadores se reuniram com representantes das mães atípicas para discutir soluções para a falta de fraldas e suplementos alimentares, buscando resolver as pendências relacionadas ao fornecimento desses materiais essenciais.
A situação das mães atípicas em Campo Grande reflete desafios contínuos no fornecimento adequado de materiais e serviços essenciais para crianças com deficiência, destacando a importância de ações efetivas por parte das autoridades municipais para atender às necessidades dessa comunidade.



