O cirurgião plástico Josias Caetano dos Santos, responsável pela hidrolipo realizada em Paloma Lopes, de 31 anos, que morreu após o procedimento em São Paulo, está sendo processado em pelo menos 22 ações judiciais relacionadas a erros médicos. As denúncias, que envolvem casos de mulheres mutiladas e com grandes cicatrizes, remontam principalmente ao período de 2018 a 2021.
O advogado José Beraldo, que representa as vítimas, afirmou que algumas das denúncias foram feitas ao Cremesp (Conselho Regional de Medicina de São Paulo), mas a maior parte dos processos foi arquivada. Na Justiça, as ações continuam em andamento, com as audiências agendadas para 2025 no Instituto de Medicina Social e de Criminologia de São Paulo, onde as vítimas buscam comprovar os danos causados pelos erros médicos.
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Em paralelo, a clínica estética Maná Day, onde o procedimento fatal foi realizado, foi autuada e interditada pela Coordenadoria de Vigilância em Saúde da Prefeitura de São Paulo. O órgão informou que a clínica operava de forma irregular, sem a licença sanitária exigida para realizar procedimentos invasivos, como lipoaspirações.
Até o momento, não houve retorno da defesa de Josias Caetano dos Santos, procurada pela reportagem da Itatiaia. O espaço segue aberto para manifestação.



