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Vídeo mostra momento em que homem detona explosivo em frente ao STF

Na noite desta quarta-feira (13), Francisco Wanderley Luiz, de 59 anos, realizou um ataque na Praça dos Três Poderes, em Brasília, que culminou em sua própria morte. Imagens captadas por câmeras de segurança mostram o momento exato em que ele lança explosivos e, posteriormente, detona um artefato no qual se deitou.

A sequência de explosões ocorreu por volta das 19h20 (horário de Brasília). Francisco, um chaveiro catarinense, lançou os artefatos próximo ao Supremo Tribunal Federal (STF). Quando agentes de segurança tentaram se aproximar, ele posicionou um explosivo no chão, deitou-se sobre ele e acionou a detonação.

Ataque com explosões coordenadas

Além do incidente direto em frente ao STF, outra explosão foi registrada em um carro estacionado na região, que pertencia ao próprio Francisco. Autoridades investigam a possibilidade de que o ataque tenha sido coordenado remotamente.

Equipes da Polícia Federal e do esquadrão antibombas realizaram varreduras na área para identificar outros possíveis explosivos. A região foi isolada e teve o trânsito interditado para garantir a segurança.

Ameaças e mensagens em redes sociais

Antes do ataque, Francisco Wanderley Luiz divulgou mensagens em grupos de WhatsApp, anunciando suas intenções. Em uma das mensagens, ele afirmou:

“Polícia Federal, vocês têm 72 horas para desarmar a bomba que está na casa dos comunistas de merda: William Bonner, José Sarney, Geraldo Alckmin, Fernando Henrique Cardoso. […] O jogo acaba dia 16/11/2024. Boa sorte.”

Essas declarações, combinadas com as ações, levaram a polícia a intensificar investigações sobre possíveis cúmplices ou novos alvos potenciais.

Repercussão e segurança reforçada

O ataque provocou uma resposta imediata das autoridades. A Praça dos Três Poderes teve a segurança reforçada, enquanto os prédios do STF, do Congresso Nacional e do Palácio do Planalto passaram por inspeções detalhadas.

Embora o episódio seja tratado como um ato isolado, ele reacende preocupações sobre segurança em áreas que abrigam as principais instituições do país. As investigações seguem para determinar as motivações e eventuais conexões de Francisco Wanderley Luiz com grupos extremistas ou redes coordenadas.