O vereador Claudinho Serra (PSDB) continua ausente da Câmara Municipal de Campo Grande, sem a apresentação de um novo atestado médico. O parlamentar está afastado desde sua prisão na terceira fase da Operação Tromper, e inicialmente apresentou um atestado nos primeiros dias. Em seguida, solicitou um afastamento de 120 dias, que foi seguido por mais 30 dias de atestado.
Com o término das eleições e a saída do candidato do PSDB do segundo turno, há uma expectativa crescente sobre seu retorno. O vereador tem a opção de apresentar um novo atestado ou se utilizar do regimento interno da Câmara, que prevê a possibilidade de cassação para vereadores que faltarem a dez sessões ordinárias consecutivas ou a quarenta e cinco intercaladas.
Claudinho Serra é acusado de supostamente chefiar uma quadrilha que teria atuado em Sidrolândia. Ele foi preso por alguns dias, mas foi liberado sob o uso de tornozeleira eletrônica. A denúncia afirma que ele é o mentor de esquemas relacionados a fraudes em processos licitatórios, além de desvio de recursos públicos e pagamento de propinas.
“Das provas angariadas, ficou constatado que Cláudio Jordão de Almeida Serra Filho é o mentor e responsável pela articulação dos esquemas relacionados à fraudes em processos licitatórios, desvios de recursos públicos pagamentos/recebimentos de propina que envolvem os já denunciados Ueverton da Silva Macedo e Ricardo José Rocamora Alves”, diz um trecho da acusação.
O Ministério Público Estadual (MPE) revelou a existência de várias provas concretas que apontam para outros esquemas liderados por Claudinho Serra, que, segundo a acusação, operam há anos em Sidrolândia, fraudando licitações, corrompendo servidores públicos e causando prejuízos significativos ao erário.
A situação do vereador continua em pauta, com a Câmara Municipal aguardando a regularização de sua presença. Com informações do portal Tribuna Popular.



