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Posto interditado manipulava medidor de gás: Prejuízo pode passar dos R$ 2 milhões

Nesta quinta-feira (22), a Polícia Civil desmantelou um esquema de desvio de gás natural, causando um prejuízo estimado em R$ 2 milhões à MS Gás. Conforme noticiado pelo Star Mídia News, o gerente do posto de combustível foi preso em flagrante. O estabelecimento esta localizado na esquina da Rua Coronel Quito com a Avenida Calógeras, no centro de Campo Grande.

Após três meses de investigação, a Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Contra as Relações de Consumo (Decon) descobriu que o gerente havia manipulado o medidor de gás natural do posto, permitindo que o combustível fosse dispensado sem ser registrado.

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De acordo com o delegado Reginaldo Salomão, o esquema envolvia a obstrução do medidor, fazendo com que o gás fosse consumido sem notificação à empresa. Essa prática, que durava cerca de quatro meses, causou um significativo prejuízo à MS Gás.

Como resultado da gravidade do crime, a Polícia Civil, em colaboração com o Grupo de Operações e Investigações (GOI), representantes da MS Gás e do Procon, interditou o posto. Além da irregularidade no medidor, o estabelecimento também apresentava problemas documentais.

A prisão do gerente e a interdição do posto destacam a importância da fiscalização e do combate a crimes contra o consumidor. A MS Gás informou que está adotando medidas para recuperar as perdas e reforçar a segurança de seus sistemas.

O desvio de gás não apenas gerou prejuízos financeiros à empresa, mas também pode ter afetado os consumidores, que poderiam estar pagando por um serviço não prestado integralmente. A Polícia Civil reforça a importância de denunciar irregularidades em postos de combustíveis.

As investigações continuam para determinar se há outros envolvidos no esquema criminoso. O gerente preso será indiciado por furto qualificado e pode enfrentar outras acusações. A Polícia Civil também investigará as responsabilidades do proprietário do posto, que reside em outro estado.

Este caso ressalta a necessidade de vigilância e denúncia de irregularidades. A população deve estar atenta e informar qualquer prática suspeita, ajudando a garantir seus direitos e a segurança geral.