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Trabalho no 1º de Maio: entenda regras e direitos para quem vai trabalhar no feriado

CLT prevê descanso, mas permite expediente em serviços essenciais com direito a pagamento em dobro ou folga (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Com o Dia do Trabalhador marcado para uma sexta-feira em 2026, a data abre possibilidade de feriado prolongado para parte dos brasileiros. Previsto como feriado nacional pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), o 1º de maio garante, em regra, o direito ao descanso. Ainda assim, a legislação permite a manutenção de atividades em setores considerados essenciais ou quando há previsão em convenções coletivas.

Serviços como saúde, segurança, transporte, comunicação e comércio podem funcionar normalmente, desde que respeitadas as normas trabalhistas. Nesses casos, empregados podem ser convocados para o expediente, com garantia de compensação. A lei estabelece que o trabalhador tem direito ao pagamento em dobro pelo dia trabalhado ou à concessão de folga em outra data, conforme acordo coletivo. Na ausência de definição prévia, o pagamento dobrado é obrigatório.

Caso o funcionário escalado não compareça sem justificativa, a falta pode ser considerada irregular, sujeita a medidas como advertência ou desconto salarial. A aplicação de penalidades mais severas depende da análise de cada situação. As regras valem para diferentes tipos de contrato, incluindo temporários e intermitentes, que devem ter as condições previamente estabelecidas. Após o 1º de maio, o calendário ainda prevê outras datas que podem resultar em feriados prolongados ao longo do ano.

As informações são do portal Enfoque MS.